24.8.10

Perdoe para ser mais feliz.

23.8.10

Eternos

Eu imagino o dia em que seremos eternos.
Quando o tempo juntos não terá cronômetro. E os beijos, sem pressa. As conversas não precisarão esperar (como é bom conversar com você!). E os abraços, quando a gente tiver vontade. A cama com dois corpos que se querem. A mão na nuca depois de um dia quente. Tudo, simples assim, como a vida deve ser.

E daí, por um instante, penso como teria sido se naquele dia eu não sentisse aquela dor. E tivesse ido na festa. E não tivesse, depois, ido naquele show. E nossos caminhos não tivessem finalmente se cruzado... e, e, sinto um frio na barriga, e imagino, então, a vida sem você. Mas aí é tudo tão sem pé nem cabeça, que a vida assim, vivida sem você, parece nunca ter existido!
É uma loucura! E então entendo que é melhor não pensar mesmo nisso...

Porque a vida agora é cheia de cor e sabor, e de alegria, e de quentura, e de aconchego, e de certezas, e segurança, e confiança, e bem querer, e mais querer, e sempre mais Eu e Você.
O meu céu é azul. O meu cheiro é você.
E imagino o dia em que seremos eternos...

5.8.10

...............................eu quero morar no seu abraço.

4.8.10

Dia gelado
Capuz cobrindo os cabelos
Coração agitando o corpo em brasa
Um a um os pensamentos povoam aquela manhã úmida
Pessoas apressadas correm atrás do tempo perdido
E perdida está ela, no meio de tanta gente, tanta gente
E tanta gente não é você.

2.8.10

Substância que vicia

A palavra é - embriagada.
A substância é - você.
O efeito colateral é - felicidade.
A cura da abstinência - ficar perto.
A realidade do dia é - saudade.
A vida então é - boa demais.
E tudo o mais é um desperdício sem você, que é gostoso, só faz bem, que tudo dá e sempre tem mais pra oferecer.



...e pra comemorar um final de semana mais que bom com alguém melhor ainda,
Um Violeiro Toca, Almir Sater...

“Quando uma estrela cai, no escurão da noite,
e um violeiro toca suas mágoas.
Então os "óio" dos bichos, vão ficando iluminados
Rebrilham neles estrelas de um sertão enluarado.
Quando o amor termina, perdido numa esquina,
e um violeiro toca sua sina.
Então os "óio" dos bichos, vão ficando entristecidos
Rebrilham neles lembranças dos amores esquecidos.
Quando o amor começa, nossa alegria chama,
e um violeiro toca em nossa cama.
Então os "óio" dos bichos, são os olhos de quem ama
Pois a natureza é isso, sem medo, nem dó, nem drama
Tudo é sertão, tudo é paixão, se o violeiro toca
A viola, o violeiro e o amor se tocam...”