30.12.10
28.12.10
27.12.10
Absurdo
Outro dia me peguei pensando no absurdo que me fez feliz. Era justamente o absurdo.
O meu absurdo! Tão absurdo quanto eu sempre fui absurda na arte de sentir, e de pedir, e de dar.
Não escrevo coisa com coisa, às vezes. É que não entendo como coisas, talvez.
Eu sou prática, mas meu mundo é subjetivo.
Eu sei matematicamente o que me preenche, mas o amor não tem fórmulas.
E a saudade vem sorrateira numa segunda-feira sem graça que demora pra passar.
E aperta que parece que vai estourar.
Não quero ficar sozinha. Porque a solidão maltrata a minha autossuficiência.
Quero tudo pra ontem, às vezes. E são nesses dias que sinto mais falta.
Às vezes acho todo mundo meio bobo, meio chato, meio triste, quase de papel. E fico olhando assim, fixo, pro nada, só pensando... Às vezes falta assunto. Cabeça voa longe, longe. Quando dei por mim estava ai, do seu lado, relembrando o dia em que caímos naquela gargalhada e foi tão bom. Ou aquele outro em que ficamos horas no sofá falando da vida, da nossa, da dos outros, que acontece todo dia, sem freio.
Que os dias passem logo. E que depois passem devagar. E que eu possa me embriagar de você, e cair naquela risada gostosa, vestida de branco, em contagem regressiva para a vida que se inicia, e desta vez, não tem prazo para terminar.
O meu absurdo! Tão absurdo quanto eu sempre fui absurda na arte de sentir, e de pedir, e de dar.
Não escrevo coisa com coisa, às vezes. É que não entendo como coisas, talvez.
Eu sou prática, mas meu mundo é subjetivo.
Eu sei matematicamente o que me preenche, mas o amor não tem fórmulas.
E a saudade vem sorrateira numa segunda-feira sem graça que demora pra passar.
E aperta que parece que vai estourar.
Não quero ficar sozinha. Porque a solidão maltrata a minha autossuficiência.
Quero tudo pra ontem, às vezes. E são nesses dias que sinto mais falta.
Às vezes acho todo mundo meio bobo, meio chato, meio triste, quase de papel. E fico olhando assim, fixo, pro nada, só pensando... Às vezes falta assunto. Cabeça voa longe, longe. Quando dei por mim estava ai, do seu lado, relembrando o dia em que caímos naquela gargalhada e foi tão bom. Ou aquele outro em que ficamos horas no sofá falando da vida, da nossa, da dos outros, que acontece todo dia, sem freio.
Que os dias passem logo. E que depois passem devagar. E que eu possa me embriagar de você, e cair naquela risada gostosa, vestida de branco, em contagem regressiva para a vida que se inicia, e desta vez, não tem prazo para terminar.
23.12.10
21.12.10
16.12.10
VIVA MICHEL
"É tão estranho
Os bons morrem jovens
Assim parece ser
Quando me lembro de você
Que acabou indo embora
Cedo demais..."
Legião Urbana - Os bons morrem jovens
VIVA MICHEL... pra sempre em meu coração!
Esse seu sorrisão estampado no rosto é a memória mais linda, e a saudade mais profunda que me deixou.
Os bons morrem jovens
Assim parece ser
Quando me lembro de você
Que acabou indo embora
Cedo demais..."
Legião Urbana - Os bons morrem jovens
VIVA MICHEL... pra sempre em meu coração!
Esse seu sorrisão estampado no rosto é a memória mais linda, e a saudade mais profunda que me deixou.
9.12.10
Eu jurei, um dia, vendo você dormir, e gostando tanto de você, que eu não teria medo, e que eu seria eu e não escreveria uma linha sequer. Só que eu não sei não recorrer ao lugar comum de escrever um texto. Mas eu continuo sendo eu, e juro que não tenho medo! Eu sempre cumpro a minha parte do trato!
इ कुएम irá दिजेर?
EDUARDO E MÔNICA
Quem um dia irá dizer
Que não existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?
Eduardo abriu os olhos, mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Mônica tomava um conhaque
No outro canto da cidade, como eles disseram...
Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer...
Um carinha do cursinho do Eduardo que disse:
"Tem uma festa legal, e a gente quer se divertir"
Festa estranha, com gente esquisita
"Eu não 'to' legal, não agüento mais birita"
E a Mônica riu, e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa
"É quase duas, eu vou me ferrar..."
Eduardo e Mônica trocaram telefone
Depois telefonaram e decidiram se encontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonete,
Mas a Mônica queria ver o filme do Godard
Se encontraram então no parque da cidade
A Mônica de moto e o Eduardo de camêlo
O Eduardo achou estranho, e melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo
Eduardo e Mônica eram nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês
Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
De Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol-de-botão com seu avô
Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda tava no esquema "escola, cinema
clube, televisão".
E mesmo com tudo diferente, veio mesmo, de repente
Uma vontade de se ver
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia, como tinha de ser...
Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia
Teatro, artesanato, e foram viajar
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar...
Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar
E ela se formou no mesmo mês
Que ele passou no vestibular
E os dois comemoraram juntos
E também brigaram juntos, muitas vezes depois
E todo mundo diz que ele completa ela
E vice-versa, que nem feijão com arroz
Construíram uma casa há uns dois anos atrás
Mais ou menos quando os gêmeos vieram
Batalharam grana, seguraram legal
A barra mais pesada que tiveram
Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília
E a nossa amizade dá saudade no verão
Só que nessas férias, não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação
Ah! Ahan!
E quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão!
(Renato Russo)
Quem um dia irá dizer
Que não existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?
Eduardo abriu os olhos, mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Mônica tomava um conhaque
No outro canto da cidade, como eles disseram...
Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer...
Um carinha do cursinho do Eduardo que disse:
"Tem uma festa legal, e a gente quer se divertir"
Festa estranha, com gente esquisita
"Eu não 'to' legal, não agüento mais birita"
E a Mônica riu, e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa
"É quase duas, eu vou me ferrar..."
Eduardo e Mônica trocaram telefone
Depois telefonaram e decidiram se encontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonete,
Mas a Mônica queria ver o filme do Godard
Se encontraram então no parque da cidade
A Mônica de moto e o Eduardo de camêlo
O Eduardo achou estranho, e melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo
Eduardo e Mônica eram nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês
Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
De Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol-de-botão com seu avô
Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda tava no esquema "escola, cinema
clube, televisão".
E mesmo com tudo diferente, veio mesmo, de repente
Uma vontade de se ver
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia, como tinha de ser...
Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia
Teatro, artesanato, e foram viajar
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar...
Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar
E ela se formou no mesmo mês
Que ele passou no vestibular
E os dois comemoraram juntos
E também brigaram juntos, muitas vezes depois
E todo mundo diz que ele completa ela
E vice-versa, que nem feijão com arroz
Construíram uma casa há uns dois anos atrás
Mais ou menos quando os gêmeos vieram
Batalharam grana, seguraram legal
A barra mais pesada que tiveram
Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília
E a nossa amizade dá saudade no verão
Só que nessas férias, não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação
Ah! Ahan!
E quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão!
(Renato Russo)
ATé
Dias e dias depois.
De tempos em tempos a história se repete.
Quem não evolui com a própria vida está fadado aos mesmos fracassos. E aos mesmos sucessos também, é verdade.
Eu corro pra frente que é pra não ter tempo de olhar pra trás.
Eu mudo os paradigmas que é pra testar a minha força.
Parei de escrever até que as palavras encontrassem seu destino.
De tempos em tempos a história se repete.
Quem não evolui com a própria vida está fadado aos mesmos fracassos. E aos mesmos sucessos também, é verdade.
Eu corro pra frente que é pra não ter tempo de olhar pra trás.
Eu mudo os paradigmas que é pra testar a minha força.
Parei de escrever até que as palavras encontrassem seu destino.
11.11.10
18.10.10
Orgulho de ser sua mulher
Enquanto arruma a mala para viajar ela percebe que não tem mais espaço para essa saudade. O dia seria incrível. Um sonho. Ela sabia que mais cedo ou mais tarde viria. “Mas se você soubesse como foi duro esse tempo sem você!”, pensa... “Não me torture mais assim” e ri sozinha no quarto, sentada na cama. “Porque eu te juro, de todas as coisas do mundo, eu só queria olhar pra você. Só isso!”, e então a mãe entra no quarto e diz: “calma, filhota!”, e ela ri um riso misturado com um tiquinho de vontade de chorar, e continua arrumando a mala.
Na janela aberta entra um ventinho gelado. Ela olha pro céu acinzentado e pensa “Que bom seria se o sol voltasse!”, e pensa positivo, porque se algo ela tem de forte é o pensamento. “Quero fazer alguma coisa. Botar uma música, esquecer do tempo.” E então ela lembra que a pele dele na dela arde. Que é isso! É ISSO!
E a vida continua... “Eu quero, de verdade, do fundo do meu coração, que chegue logo as nove da noite.”
A cada dois segundos ela olha janela afora, e enquanto isso se distrai com a unha feita e as novas cores do cabelo. Larga a mala falando sozinha e vai para a varandinha. O céu está cinza ainda. Olha pro carro e corre pra apressar tudo que o tempo urge.
Manda uma mensagem pelo celular. Não tem resposta (“...claro, celular não responde mensagem automaticamente”) E se sente sozinha... “mas em algum lugar do mundo eu sou a pessoa mais incrível do mundo. E olha que quem pensa isso é o melhor homem do mundo”, ela pensa, suspira, ri, e decide esperar o dia passar porque não tem outro jeito.
No carro, a estrada, o vento e a música deixam tudo mais simples. Ele alcançou seu destino. E chegou pra ela... “Eu senti meus pés tão fortes e meu rosto rosado, e gostei tanto de mim quando te vi. E gostei mais ainda de você. E lá no fundo eu entendi tudo. E quis dizer, mas não disse. É porque é do jeito que eu achei que era mesmo. Orgânico, dentro da gente.”, pensou tudo isso em um segundo. E ele sorriu discretamente.
Ela tem orgulho do homem que ele é. Abre a porta. Entra e fica. Pelo menos mais uns 250 anos e 3 zilhões de segundos. A eternidade é pouco quando tudo que se tem faz o corpo levitar, satisfeito. “Continue, por favor, continue respirando ligado em mim”. E ela lembra de quando ele disse “Eu adoro respirar você”. Sim, porque ele vive dizendo coisas inteligentes e delicadas. E ela não quer esquecer nada. E lá no fundindo ela pensa “se eu pudesse ser esculpida por você, o que você faria de mim?”
Ela não quer ir embora e no seu sonho mais maluco acaba escondida debaixo da cama até o próximo final de semana.
Na janela aberta entra um ventinho gelado. Ela olha pro céu acinzentado e pensa “Que bom seria se o sol voltasse!”, e pensa positivo, porque se algo ela tem de forte é o pensamento. “Quero fazer alguma coisa. Botar uma música, esquecer do tempo.” E então ela lembra que a pele dele na dela arde. Que é isso! É ISSO!
E a vida continua... “Eu quero, de verdade, do fundo do meu coração, que chegue logo as nove da noite.”
A cada dois segundos ela olha janela afora, e enquanto isso se distrai com a unha feita e as novas cores do cabelo. Larga a mala falando sozinha e vai para a varandinha. O céu está cinza ainda. Olha pro carro e corre pra apressar tudo que o tempo urge.
Manda uma mensagem pelo celular. Não tem resposta (“...claro, celular não responde mensagem automaticamente”) E se sente sozinha... “mas em algum lugar do mundo eu sou a pessoa mais incrível do mundo. E olha que quem pensa isso é o melhor homem do mundo”, ela pensa, suspira, ri, e decide esperar o dia passar porque não tem outro jeito.
No carro, a estrada, o vento e a música deixam tudo mais simples. Ele alcançou seu destino. E chegou pra ela... “Eu senti meus pés tão fortes e meu rosto rosado, e gostei tanto de mim quando te vi. E gostei mais ainda de você. E lá no fundo eu entendi tudo. E quis dizer, mas não disse. É porque é do jeito que eu achei que era mesmo. Orgânico, dentro da gente.”, pensou tudo isso em um segundo. E ele sorriu discretamente.
Ela tem orgulho do homem que ele é. Abre a porta. Entra e fica. Pelo menos mais uns 250 anos e 3 zilhões de segundos. A eternidade é pouco quando tudo que se tem faz o corpo levitar, satisfeito. “Continue, por favor, continue respirando ligado em mim”. E ela lembra de quando ele disse “Eu adoro respirar você”. Sim, porque ele vive dizendo coisas inteligentes e delicadas. E ela não quer esquecer nada. E lá no fundindo ela pensa “se eu pudesse ser esculpida por você, o que você faria de mim?”
Ela não quer ir embora e no seu sonho mais maluco acaba escondida debaixo da cama até o próximo final de semana.
Ausência consentida, saudade premeditada.
1º.
O primeiro dia sem você foi estranho. Na prática não foi diferente daqueles em que te sabia lá e mesmo que longe, te sentia perto. Mas não tinha aquela certeza de que se a barra pesasse, por qualquer motivo, poderia sair correndo pra te abraçar. Foi estranho, então, porque mesmo que eu quisesse, não teria para onde correr.
2º.
No segundo dia sem você senti alívio por tudo estar bem. É que a sua felicidade era tão contagiante... E senti você perto, ainda que quase fora do território nacional.
3º.
O terceiro dia sem você foi ruim. Normalmente adoro as quintas-feiras, mas essa não. Não teria você no dia seguinte. E nem no seguinte... O terceiro dia sem você foi mais triste que o primeiro.
4º.
O quarto dia sem você não teve você. E não teve nada.
5º.
No quinto dia sem você acordei tarde pra "dor" passar mais rápido. Vi bastante televisão que era pra me distrair. Senti mais falta ainda do que pensei que ia sentir.
6º.
O sexto dia sem você foi a vontade de te ouvir de manhãnzinha, ganhar um abraço apertado e sentir o seu cheiro do seu café.
7º.
Sete dias sem você...
8º.
Oito...
9º.
O nono dia sem você ainda começa e termina sem você. Eu quero o meu amor de volta AGORA!
10º.
O décimo dia sem você é o início do fim do tempo sem você. Bom demais ouvir sua voz. Forte. Realizado. Animado. E voltando pra casa!
11º.
O décimo primeiro dia sem você já é o décimo primeiro dia de ausência consentida e saudade premeditada. O décimo primeiro dia sem um pedaço de mim pra voltar pra casa. O décimo primeiro dia sem você.
12º.
O décimo segundo dia tem você voltando pra mim. E tem o sorriso mais lindo! Cheio de histórias, de contos de verdade, de vida!!!
O primeiro dia sem você foi estranho. Na prática não foi diferente daqueles em que te sabia lá e mesmo que longe, te sentia perto. Mas não tinha aquela certeza de que se a barra pesasse, por qualquer motivo, poderia sair correndo pra te abraçar. Foi estranho, então, porque mesmo que eu quisesse, não teria para onde correr.
2º.
No segundo dia sem você senti alívio por tudo estar bem. É que a sua felicidade era tão contagiante... E senti você perto, ainda que quase fora do território nacional.
3º.
O terceiro dia sem você foi ruim. Normalmente adoro as quintas-feiras, mas essa não. Não teria você no dia seguinte. E nem no seguinte... O terceiro dia sem você foi mais triste que o primeiro.
4º.
O quarto dia sem você não teve você. E não teve nada.
5º.
No quinto dia sem você acordei tarde pra "dor" passar mais rápido. Vi bastante televisão que era pra me distrair. Senti mais falta ainda do que pensei que ia sentir.
6º.
O sexto dia sem você foi a vontade de te ouvir de manhãnzinha, ganhar um abraço apertado e sentir o seu cheiro do seu café.
7º.
Sete dias sem você...
8º.
Oito...
9º.
O nono dia sem você ainda começa e termina sem você. Eu quero o meu amor de volta AGORA!
10º.
O décimo dia sem você é o início do fim do tempo sem você. Bom demais ouvir sua voz. Forte. Realizado. Animado. E voltando pra casa!
11º.
O décimo primeiro dia sem você já é o décimo primeiro dia de ausência consentida e saudade premeditada. O décimo primeiro dia sem um pedaço de mim pra voltar pra casa. O décimo primeiro dia sem você.
12º.
O décimo segundo dia tem você voltando pra mim. E tem o sorriso mais lindo! Cheio de histórias, de contos de verdade, de vida!!!
14.10.10
A linguagem universal das carinhas
:) juntos vira sorriso.
;) juntos vira piscadela.
:D juntos vira sorrisão!
;) juntos vira piscadela.
:D juntos vira sorrisão!
13.10.10
8.10.10
Cadê o pause da vida?
Forest:___Alô?
Jenny:___Oi!!!
Forest:___ Dificir essa tar de bicicreta chamada vida, né não?
Jenny:___Dificir, viu!!!! Ainda mais quando se tem um coração bobo, bobo.
Forest:___Coração bobo, bobo.
Jenny:___É o meu coração, bobo bobo.
Forest:___o meu Tb. Kd o pause da vida?? kd?
Jenny:___Kdddd?
Forest:___Queria viver de brisa.
Jenny:___Não tem pause, não tem parada!! E a gente vai atropelando tudo.
Forest:___rs ... Conhece o poeminha da Anarina?
Jenny:___Não.
Forest:___Pera lá.
BRISA
“Vamos viver no Nordeste, Anarina.
Deixarei aqui meus amigos, meus livros, minhas riquezas, minha vergonha.
Deixarás aqui tua filha, tua avo, teu marido, teu amante.
Aqui faz muito calor.
No Nordeste faz calor também.
Mas lá tem brisa:
Vamos viver de brisa, Anarina”
Manuel Bandeira
Jenny:___ADOREI
Forest:___Fofo, né?
Jenny:___Melhorando a minha vida em muitas coisas.
Forest:___Eu não, o Manuel Bandeira, no caso.
Jenny:___É. Hj estou sensível, mais que o normal, acho.
Forest:___A vida atropela isso também e às vezes é bom, paliativo, no caso.
Jenny:___Remedinho!!!!!
Forest:___A vida é paliativa...rs
Jenny:___Tem que ser, se não a gente não suporta!
Forest:___Dá para filosofar...
Jenny:___Já estou...
Forest:___Algo assim.... o turbilhão de coisas que é chamado de vida... Acaba por acobertar as tristezas do turbilhão de coisas que se espera ser a vida
Jenny:___Profundo isso!
Forest:___A vida triste afasta a triste vida. Vida triste é o atropelo. Triste vida é a que precisava de pausa.
Jenny:___rs...uma pausa era uma boa...às vezes.
Forest:___Pausa latu sensu
Jenny:___He He he
Forest:___Tem uma música do Dave assim. Xô achar, péra lá...
Jenny:___tá...
Forest:___...tá certo que é meio romântica... mas não seria melhor se fosse de outro jeito.
Jenny:___sim sim!!!!
Forest:___Tá em inglês. Vc consegue ver o youtube?
Jenny:___Consigo, mas não tem foninho de ouvido aqui.
Forest:___E dai? ...rs... são todos surdos, não?
Jenny:___ha ha ha ha ha ha
Forest:___Na pausa o mundo fica surdo, fica cego.
Jenny:___É verdade.
Forest:___Pausa é pausa.
Jenny:___E a filosofia, de primeira!!!
Jenny:___Oi!!!
Forest:___ Dificir essa tar de bicicreta chamada vida, né não?
Jenny:___Dificir, viu!!!! Ainda mais quando se tem um coração bobo, bobo.
Forest:___Coração bobo, bobo.
Jenny:___É o meu coração, bobo bobo.
Forest:___o meu Tb. Kd o pause da vida?? kd?
Jenny:___Kdddd?
Forest:___Queria viver de brisa.
Jenny:___Não tem pause, não tem parada!! E a gente vai atropelando tudo.
Forest:___rs ... Conhece o poeminha da Anarina?
Jenny:___Não.
Forest:___Pera lá.
BRISA
“Vamos viver no Nordeste, Anarina.
Deixarei aqui meus amigos, meus livros, minhas riquezas, minha vergonha.
Deixarás aqui tua filha, tua avo, teu marido, teu amante.
Aqui faz muito calor.
No Nordeste faz calor também.
Mas lá tem brisa:
Vamos viver de brisa, Anarina”
Manuel Bandeira
Jenny:___ADOREI
Forest:___Fofo, né?
Jenny:___Melhorando a minha vida em muitas coisas.
Forest:___Eu não, o Manuel Bandeira, no caso.
Jenny:___É. Hj estou sensível, mais que o normal, acho.
Forest:___A vida atropela isso também e às vezes é bom, paliativo, no caso.
Jenny:___Remedinho!!!!!
Forest:___A vida é paliativa...rs
Jenny:___Tem que ser, se não a gente não suporta!
Forest:___Dá para filosofar...
Jenny:___Já estou...
Forest:___Algo assim.... o turbilhão de coisas que é chamado de vida... Acaba por acobertar as tristezas do turbilhão de coisas que se espera ser a vida
Jenny:___Profundo isso!
Forest:___A vida triste afasta a triste vida. Vida triste é o atropelo. Triste vida é a que precisava de pausa.
Jenny:___rs...uma pausa era uma boa...às vezes.
Forest:___Pausa latu sensu
Jenny:___He He he
Forest:___Tem uma música do Dave assim. Xô achar, péra lá...
Jenny:___tá...
Forest:___...tá certo que é meio romântica... mas não seria melhor se fosse de outro jeito.
Jenny:___sim sim!!!!
Forest:___Tá em inglês. Vc consegue ver o youtube?
Jenny:___Consigo, mas não tem foninho de ouvido aqui.
Forest:___E dai? ...rs... são todos surdos, não?
Jenny:___ha ha ha ha ha ha
Forest:___Na pausa o mundo fica surdo, fica cego.
Jenny:___É verdade.
Forest:___Pausa é pausa.
Jenny:___E a filosofia, de primeira!!!
28.9.10
Cidadania
"Todo o cidadão votante é implicitamente cidadão jurado; porque votante e jurado não querem dizer mais do que cidadão ativo, cidadão no exercício da soberania. A competência, a faculdade, é uma e a mesma; difere a função unicamente."
José de Alencar
José de Alencar
27.9.10
Quando as borboletas ficam

Acho que tudo que já escrevi, de uma certa forma, serve pra você e serve pra mim.
Sinto que todas as palavras doces que um dia saíram de minha boca, ficaram pairando no ar até o dia que te encontrei.
As batidas mil que o meu coração dá, deu, dava, eram todas apenas uma prévia do que estava por vir.
O frio que dava quando as borboletas apareciam, nem se compara com a quentura que dá quando as borboletas finalmente ficam.
Quero todos os cheiros do mundo pra te dar.
Sinto toda a imensidão de ”namoramar”, depois de amar e amar mais um bocado.
Penso mais e melhor a cada dia, porque sou sua inteligência e você a minha.
Daquele medo incerto e incurável, resta apenas uma cicatriz.
Do tempo não perco um minuto, que cada segundo é precioso demais, e puro demais, e divertido demais.
Do meu melhor saiu você. Que é o melhor da vida. Que é o meu-seu melhor. O meu melhor ponto de inspiração. O meu melhor bem-querer. O meu melhor tradutor de alegria. O meu bem mais precioso.
O seu melhor é o meu mais perfeito ponto de referência. É vida. Que é boa, a melhor que eu já tive.
23.9.10
16.9.10
Ao pé do ouvido

Deus e Eu no Sertão
"Nunca vi ninguém viver tão feliz
Como eu no sertão
Perto de uma mata e de um ribeirão
Deus e eu no sertão
Casa simplesinha, rede pra dormir
De noite um show no céu
Deito pra assistir
Deus e eu no sertão
Das horas não sei, mas vejo o clarão
Lá vou eu cuidar do chão
Trabalho cantando, a terra é a inspiração
Deus e eu no sertão
Não há solidão, tem festa lá na vila
Depois da missa vou, ver minha menina
De volta pra casa
Queima a lenha no fogão
E junto ao som da mata
Vou eu e um violão
Deus e eu no sertão"
Victor e Léo
15.9.10
14.9.10
Homem-homem

Sinto uma força tamanha que vem dele. Homem que é fortaleza e sensibilidade na mesma estação. Homem que é homem quando preciso de homem. Homem que é amigo quando me olha nos olhos e diz o que ninguém pode dizer. Homem-criança que faz a vida ser mais leve. Homem-adrenalina, de quente, de frio, pros altos e baixos nas curvas da vida. Homem que deixa saudade é homem pro resto da vida. Homem que orgulha as minhas palavras e delas faz uso e abuso. Homem que me inspira. Homem que me preza. E se preza! Experimento todo dia a certeza mais gostosa da vida. Essa. Do homem-homem, homem-amigo, homem-criança, homem-adrenalina, homem- saudade, homem-vida, homem-orgulho, homem-inspiração, zeloso e gostoso!
13.9.10
De onde venho
No metrô, ninguém é igual a ninguém. Olho pro lado e uma menina lê, atenciosamente, o seu livro. Tento, curiosa, descobrir qual livro é, tamanho é o interesse dela. Mas não consigo. Ela não deixa. Ela não quer. Ela deve ser dessas que tem ciúme dos livros. Das suas páginas. E anotações. Mas minha capacidade de concentração, hoje, se esvai rapidamente e então, desisto fácil.
Do outro lado um homem cuidadoso carrega afetuosamente a criança impaciente que tem nos braços. Deve ser o pai, afinal de contas, quem, ali, naquela imensidão de gente, deixaria uma criança indefesa ser carregada por um estranho?
E daí me pego pensando no sentido daquela multidão. Todas aquelas pessoas reunidas em suas pressas e compromissos perdidos e remarcados, e telefones tocando, e querendo sempre fazer mais, ter mais, correr mais. Tenho a impressão que ninguém sai do lugar.
E de repente meu coração aperta no peito. Me sinto uma estranha nesse ninho de cidade grande. E estou sozinha. Quero silêncio. Meu Deus, quero silêncio!!! Lá de onde eu venho as pessoas se olham nos olhos. E permitem uma troca, que aqui, nessa multidão, é impossível de se imaginar. De onde venho, esse contato repleto de superficialidade seria inaceitável.
Olho pro lado de novo, e só vejo incertezas. Fecho os olhos, não quero ver mais nada. E a mocinha do metro avisa qual estação se aproxima e me obriga a abrir os olhos, que neste momento já estão muito pesados. Abro, e as pessoas se apressam para ficar próximas à porta. E me apertam. E empurram. E me fazem querer ainda mais o lugar de onde venho. De onde, na realidade, eu nunca saí. É lá que estou sempre. Eu nunca saí de lá.
Fecho os olhos novamente. A esta altura o vagão está menos cheio. E estou quase no meu ponto final. E a cada estação meu coração enche de um pouquinho de alegria. Em cada estação estou mais próxima de lá de onde venho. Porque cada estação que fica pra trás, mais estou perto de estar na sua frente. Que é onde tudo acontece. Dentro e fora de mim. Pra agora e pra sempre, assim, lá, o lugar de onde venho...
Do outro lado um homem cuidadoso carrega afetuosamente a criança impaciente que tem nos braços. Deve ser o pai, afinal de contas, quem, ali, naquela imensidão de gente, deixaria uma criança indefesa ser carregada por um estranho?
E daí me pego pensando no sentido daquela multidão. Todas aquelas pessoas reunidas em suas pressas e compromissos perdidos e remarcados, e telefones tocando, e querendo sempre fazer mais, ter mais, correr mais. Tenho a impressão que ninguém sai do lugar.
E de repente meu coração aperta no peito. Me sinto uma estranha nesse ninho de cidade grande. E estou sozinha. Quero silêncio. Meu Deus, quero silêncio!!! Lá de onde eu venho as pessoas se olham nos olhos. E permitem uma troca, que aqui, nessa multidão, é impossível de se imaginar. De onde venho, esse contato repleto de superficialidade seria inaceitável.
Olho pro lado de novo, e só vejo incertezas. Fecho os olhos, não quero ver mais nada. E a mocinha do metro avisa qual estação se aproxima e me obriga a abrir os olhos, que neste momento já estão muito pesados. Abro, e as pessoas se apressam para ficar próximas à porta. E me apertam. E empurram. E me fazem querer ainda mais o lugar de onde venho. De onde, na realidade, eu nunca saí. É lá que estou sempre. Eu nunca saí de lá.
Fecho os olhos novamente. A esta altura o vagão está menos cheio. E estou quase no meu ponto final. E a cada estação meu coração enche de um pouquinho de alegria. Em cada estação estou mais próxima de lá de onde venho. Porque cada estação que fica pra trás, mais estou perto de estar na sua frente. Que é onde tudo acontece. Dentro e fora de mim. Pra agora e pra sempre, assim, lá, o lugar de onde venho...
9.9.10
Conversando com você sem você saber
...
__ Ando muito sentimental e por isso vou dizer mais uma vez que te adoro!
__ Tá ouvindo? Ai, de longe, tá ouvindo?
...
Tenho certeza que está!
__ Ando muito sentimental e por isso vou dizer mais uma vez que te adoro!
__ Tá ouvindo? Ai, de longe, tá ouvindo?
...
Tenho certeza que está!
24.8.10
23.8.10
Eternos
Eu imagino o dia em que seremos eternos.
Quando o tempo juntos não terá cronômetro. E os beijos, sem pressa. As conversas não precisarão esperar (como é bom conversar com você!). E os abraços, quando a gente tiver vontade. A cama com dois corpos que se querem. A mão na nuca depois de um dia quente. Tudo, simples assim, como a vida deve ser.
E daí, por um instante, penso como teria sido se naquele dia eu não sentisse aquela dor. E tivesse ido na festa. E não tivesse, depois, ido naquele show. E nossos caminhos não tivessem finalmente se cruzado... e, e, sinto um frio na barriga, e imagino, então, a vida sem você. Mas aí é tudo tão sem pé nem cabeça, que a vida assim, vivida sem você, parece nunca ter existido!
É uma loucura! E então entendo que é melhor não pensar mesmo nisso...
Porque a vida agora é cheia de cor e sabor, e de alegria, e de quentura, e de aconchego, e de certezas, e segurança, e confiança, e bem querer, e mais querer, e sempre mais Eu e Você.
O meu céu é azul. O meu cheiro é você.
E imagino o dia em que seremos eternos...
Quando o tempo juntos não terá cronômetro. E os beijos, sem pressa. As conversas não precisarão esperar (como é bom conversar com você!). E os abraços, quando a gente tiver vontade. A cama com dois corpos que se querem. A mão na nuca depois de um dia quente. Tudo, simples assim, como a vida deve ser.
E daí, por um instante, penso como teria sido se naquele dia eu não sentisse aquela dor. E tivesse ido na festa. E não tivesse, depois, ido naquele show. E nossos caminhos não tivessem finalmente se cruzado... e, e, sinto um frio na barriga, e imagino, então, a vida sem você. Mas aí é tudo tão sem pé nem cabeça, que a vida assim, vivida sem você, parece nunca ter existido!
É uma loucura! E então entendo que é melhor não pensar mesmo nisso...
Porque a vida agora é cheia de cor e sabor, e de alegria, e de quentura, e de aconchego, e de certezas, e segurança, e confiança, e bem querer, e mais querer, e sempre mais Eu e Você.
O meu céu é azul. O meu cheiro é você.
E imagino o dia em que seremos eternos...
4.8.10
2.8.10
Substância que vicia
A palavra é - embriagada.
A substância é - você.
O efeito colateral é - felicidade.
A cura da abstinência - ficar perto.
A realidade do dia é - saudade.
A vida então é - boa demais.
E tudo o mais é um desperdício sem você, que é gostoso, só faz bem, que tudo dá e sempre tem mais pra oferecer.
...e pra comemorar um final de semana mais que bom com alguém melhor ainda,
Um Violeiro Toca, Almir Sater...
“Quando uma estrela cai, no escurão da noite,
e um violeiro toca suas mágoas.
Então os "óio" dos bichos, vão ficando iluminados
Rebrilham neles estrelas de um sertão enluarado.
Quando o amor termina, perdido numa esquina,
e um violeiro toca sua sina.
Então os "óio" dos bichos, vão ficando entristecidos
Rebrilham neles lembranças dos amores esquecidos.
Quando o amor começa, nossa alegria chama,
e um violeiro toca em nossa cama.
Então os "óio" dos bichos, são os olhos de quem ama
Pois a natureza é isso, sem medo, nem dó, nem drama
Tudo é sertão, tudo é paixão, se o violeiro toca
A viola, o violeiro e o amor se tocam...”
A substância é - você.
O efeito colateral é - felicidade.
A cura da abstinência - ficar perto.
A realidade do dia é - saudade.
A vida então é - boa demais.
E tudo o mais é um desperdício sem você, que é gostoso, só faz bem, que tudo dá e sempre tem mais pra oferecer.
...e pra comemorar um final de semana mais que bom com alguém melhor ainda,
Um Violeiro Toca, Almir Sater...
“Quando uma estrela cai, no escurão da noite,
e um violeiro toca suas mágoas.
Então os "óio" dos bichos, vão ficando iluminados
Rebrilham neles estrelas de um sertão enluarado.
Quando o amor termina, perdido numa esquina,
e um violeiro toca sua sina.
Então os "óio" dos bichos, vão ficando entristecidos
Rebrilham neles lembranças dos amores esquecidos.
Quando o amor começa, nossa alegria chama,
e um violeiro toca em nossa cama.
Então os "óio" dos bichos, são os olhos de quem ama
Pois a natureza é isso, sem medo, nem dó, nem drama
Tudo é sertão, tudo é paixão, se o violeiro toca
A viola, o violeiro e o amor se tocam...”
28.7.10
Saudade que não tem jeito
Às vezes a vida corre sem direção. E os dias passam como o vento, que ninguém vê mas sente na pele sua força. É a vida mostrando pra gente que não tem rédeas e que somos responsáveis por nós e pelo resto de tudo que nos cerca. Sentimento de total insegurança. A rotina está de perna pro ar. No peito aperta a saudade da vidinha antiga. Coração acelerado precipitando tudo, misturado com saudade profunda. Porque tem dias que é difícil aceitar que ele foi embora. Porque foi embora. E como foi embora. Que não tem mais abraço, nem olhar, nem cheiro. A vida corre mesmo. Os dias passam sim. Mas algumas coisas não mudam nunca.
20.7.10
Gostoso
Eu realizo todos os dias o sonho de ser dele. E materializo aquela vontade tão antiga de ser lida por apenas uma olhar. O corpo dele tem a medida do meu. E quero cada vez mais. Em sua boca mora o vício. Um vício que só faz bem. O vício da leveza. Das manhãs gostosas com cheirinho de café. Do corpo quente que abraça. Da união. Do sorriso fácil. Da saudade que aperta. Da voz que alimenta.
A vida ficou fácil.
Difícil é ligar o carro e ir embora! Só faço porque sei que logo tem a volta e que vai ser tudo maravilhosamente igual sempre é.
A vida ficou fácil.
Difícil é ligar o carro e ir embora! Só faço porque sei que logo tem a volta e que vai ser tudo maravilhosamente igual sempre é.
13.7.10
Predileto Bem
O Seu Olhar
Tribalistas
(Composição: Paulo Tatit e Arnaldo Antunes)
O seu olhar lá fora,
O seu olhar no céu,
O seu olhar demora,
O seu olhar no meu,
O seu olhar, seu olhar melhora, melhora o meu.
Onde a brasa mora e devora o breu
Como a chuva molha o que se escondeu.
O seu olhar, seu olhar melhora, melhora o meu.
O seu olhar agora, o seu olhar nasceu, o seu olhar me olha, o seu olhar é seu.
O seu olhar, seu olhar melhora, melhora o meu.
Tribalistas
(Composição: Paulo Tatit e Arnaldo Antunes)
O seu olhar lá fora,
O seu olhar no céu,
O seu olhar demora,
O seu olhar no meu,
O seu olhar, seu olhar melhora, melhora o meu.
Onde a brasa mora e devora o breu
Como a chuva molha o que se escondeu.
O seu olhar, seu olhar melhora, melhora o meu.
O seu olhar agora, o seu olhar nasceu, o seu olhar me olha, o seu olhar é seu.
O seu olhar, seu olhar melhora, melhora o meu.
7.7.10
+ e +
"A velhice não existe para o casal que nunca entendeu o que aconteceu no primeiro encontro e vive se olhando como da primeira vez." F. Carpinejar
Adoro vc!
Adoro vc!
21.6.10
Sorriso guardado só pra você

Se um dia alguém perguntasse pra ela como seria o seu homem ideal, ela não o teria descrito com tamanha perfeição. Ele nem seria o homem mais atencioso do mundo. E nem o mais carinhoso, mais lindo, mais forte e dono do abraço mais gostoso do planeta!
Ele nem seria o mais cuidadoso e preocupado nas horas de dor. E também nem seria o que lhe dá muito calor naquelas noites frias. E nem teria a boca mais perfeita pra beijar a dela.
Mas ela não precisa mais idealizar o homem perfeito, porque ele real já é! É tudo isso e mais um pouco. Nossa língua portuguesa ainda não possui adjetivos capazes de qualificá-lo. Por isso, pra ela, ele é tudo que há de bom nessa vida, cheia de alegrias, amor e paz!
E se alguém ainda duvida disso, ela explica porque agora é só felicidade, completude e borboletas na barriga:
Fã
“Guarde o seu sorriso só pra mim
Que eu te dou o universo em meu olhar
Se sentir na pele um arrepio
São meus dedos te tocando pra te contar
Sou fã do seu jeito
Sou fã da sua roupa
Sou fã desse sorriso
Estampado em sua boca
Sou fã dos seus olhos
Sou fã sem medida
Sou fã numero 1
E com voce sou fã da vida
Guarde o seu sorriso só pra mim
Que eu te dou o universo em meu olhar
Se sentir na pele um arrepio
São meus dedos te tocando pra te contar
Sou fã do seu jeito
Sou fã da sua roupa
Sou fã desse sorriso
Estampado em sua boca
Sou fã dos seus olhos
Sou fã sem medida
Sou fã numero 1
E com você sou fã da vida
Quero convencer seu coração
Que o meu amor foi feito pra você
Quero te dizer que essa paixão
Não encontra outra forma pra dizer
Sou fã do seu jeito
Sou fã da sua roupa
Sou fã desse sorriso
Estampado em sua boca
Sou fã dos seus olhos
Sou fã sem medida
Sou fã numero 1
E com você sou fã da vida”
(música de André e Fabiano)
Amo muito tudo isso...
18.6.10
José Saramago


“Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara”
Hoje ficamos mais pobres...
Morre o escritor José Saramago aos 87 anos. Saramago ganhou o único Prêmio Nobel da Literatura em língua portuguesa!!!
...José de Sousa Saramago nasceu na aldeia portuguesa de Azinhaga, província de Ribatejo, no dia 16 de novembro de 1922, embora no registro oficial conste o dia 18. Filho dos camponeses sem terra José de Sousa e Maria da Piedade, mudou-se para Lisboa aos 2 anos, onde viveu grande parte de sua vida.
O escritor deveria ter sido registrado com o mesmo nome do pai, mas o tabelião acrescentou o apelido pelo qual o chefe da família era conhecido na aldeia, Saramago, que também dá nome a uma planta que serve de alimento para os pobres em tempos difíceis.
Saramago concluiu os estudos secundários em uma escola técnica, mas não pode cursar a universidade por dificuldades financeiras. Sua primeira experiência profissional foi como mecânico. Fascinado pela literatura desde jovem, visitava com grande freqüência a Biblioteca Municipal Central Palácio Galveias, na capital portuguesa. Foi só aos 19 anos, com dinheiro emprestado de um amigo, que conseguiu comprar pela primeira vez um livro.
Além de mecânico, o escritor português trabalhou como desenhista, funcionário público, editor, tradutor e jornalista. Durante doze anos, foi funcionário de uma editora, onde ocupou os cargos de diretor literário e de produção.
Publicou o seu primeiro romance, Terra do Pecado, em 1947. Em 1955, começou a fazer traduções de autores como Hegel, Tolstói e Baudelaire para aumentar os rendimentos. Seu próximo livro, Clarabóia, foi rejeitado pela editora e permanece inédito até hoje.
O escritor só publicaria um novo livro, Os Poemas Possíveis, (1966), dezenove anos depois do primeiro. Entre 1972 e 1973, foi comentarista político do Diário de Lisboa, coordenando durante alguns meses o suplemento cultural do jornal. Em um espaço de cinco anos, publicou sem grande repercussão mais dois livros de poesia, Provavelmente Alegria (1970) e O Ano de 1993 (1975).
O escritor fez parte da primeira diretoria da Associação Portuguesa de Escritores. Entre abril e novembro de 1975 foi diretor-adjunto do Diário de Notícias, quando os militares portugueses, reagindo ao que consideravam os excessos da Revolução dos Cravos, demitiram diversos funcionários. A partir de 1976, o escritor português passou a viver exclusivamente de seu trabalho literário.
No ano seguinte, o autor voltou a escrever romances, gênero que o tornou mundialmente conhecido. A partir desta época, sua produção literária cresce consideravelmente, mas é em 1980 que Saramago dá uma grande guinada em sua produção literária, com a publicação de Levantado do Chão.
Segundo diversos críticos, a obra marca o início do estilo que o consagrou, destacado por frases e períodos extensos, que as vezes ocupam mais de uma página e são pontuados de maneira anti-convencional. Os diálogos entre os personagens costumam aparecer inseridos nos próprios parágrafos que os antecedem, de forma a extinguir o uso de travessões em seus livros.
Com a censura do governo português à apresentação do livro O Evangelho Segundo Jesus Cristo (1991) para o Prêmio Literário Europeu sob alegação de que a obra ofendia os católicos, o escritor mudou-se para a ilha de Lanzarte, nas Canárias.
Em 1993, Saramago começou a escrever um diário, Cadernos de Lanzarote, em cinco volumes. Dois anos depois, publicou o romance O Ensaio Sobre a Cegueira, que foi transformado em filme em 2008, com direção assinada por Fernando Meirelles.
No mesmo ano em que publicou Ensaio Sobre a Cegueira, recebeu o prêmio Camões e em 1998, foi laureado com o prêmio Nobel de literatura, o primeiro dado a um escritor de língua portuguesa.
"Estava no aeroporto prestes a embarcar quando chegou a notícia de que tinha ganho o Prêmio Nobel. Houve um momento de alegria, os meus editores de Madrid, que estavam comigo, abraçaram-me. Depois encaminhei-me na direção da saída e, por mais estranho que pareça, era um corredor muito comprido e deserto. Eu com a minha malinha de mão, com a minha gabardina no braço, passei de repente da alegria enormíssima da notícia que tinha recebido, para a solidão mais completa. Naquele momento a sensação que tive, claro que eu dava por mim numa grande alegria, era uma espécie de serenidade: pronto aconteceu", afirmou o escritor sobre o prêmio.
Considerado por especialistas um mestre no tratamento da língua portuguesa, em 2003 o escritor português foi considerado pelo crítico norte-americano Harold Bloom como o mais talentoso romancista vivo. Seus livros foram traduzidos para mais de vinte línguas, como sueco, romeno e húngaro.
Comunista ferrenho, Saramago teve sua carreira pontuada por polêmicas causadas por suas opiniões sobre religião, terrorismo e conflitos. Em entrevista ao jornal O Globo, Saramago criticou a posição de Israel no conflito contra os palestinos, afirmando que "os judeus não merecem a simpatia pelo sofrimento por que passaram durante o Holocausto".
A Anti-Defamation League (ADL), um grupo judaico que defende direitos civis, caracterizou estes comentários como sendo anti-semitas.
O ano de 2004 destaca-se pela publicação de Ensaio Sobre a Lucidez. No ano seguinte, Saramago escreveu As Intermitências da Morte, em que divaga sobre a vida, a morte, o amor e o sentido, ou a falta dele, da nossa existência, fazendo uma crítica a sociedade moderna.
O escritor lançou também As Pequenas Memórias, em 2006, A Viagem do Elefante, 2008, e Caim, no fim do ano passado. O último retorna ao tema da religião em um romance que lembra seu controvertido O Evangelho Segundo Jesus Cristo (1991), obra que despertou forte polêmica em Portugal, país de grande tradição católica.
No início do ano, José Saramago lançou uma nova edição do livro A Jangada de Pedra (1986), que teve toda a sua renda revertida para as vítimas do terremoto no Haiti.
Atualmente estava preparando um livro sobre a indústria do armamento. "Não será sobre o Corão, mas será sobre algo tão importante quanto todos os corões do mundo: por que não há greves na indústria do armamento. Uma greve na qual os operários digam: 'Não construímos mais armas'", afirmou, em entrevista em novembro.
Saramago no cinema
Em 2008, o cineasta Fernando Meirelles fez o filme Ensaio sobre a Cegueira (Blindness), baseado no livro homônimo do escritor, lançado em 1995. A produção abriu o Festival de Cannes do ano em que foi lançada.
No elenco estão os veteranos Julianne Moore, Mark Ruffalo, Danny Glover, Gael García Bernal e a brasileira Alice Braga. O filme foi gravado em Toronto (Canadá), Montevidéu (Uruguai) e São Paulo (Brasil).
Família
Saramago casou-se pela primeira vez em 1944 com Ilda Reis, com quem teve uma filha, Violante, que nasceu em 1947. O escritor permaneceu casado com Ilda por 26 anos.
Após se divorciar, em 1970, iniciou um relacionamento com a escritora portuguesa Isabel da Nóbrega, que duraria até 1986.
Em 1988, o prêmio Nobel de Literatura casou-se novamente com a jornalista e tradutora espanhola María Del Pilar Del Río Sánchez, com quem permaneceu até a sua morte.
Obras publicadas
Poesia
Os Poemas Possíveis, 1966
Provavelmente Alegria, 1970
O Ano de 1993, 1975
Crônica
Deste Mundo e do Outro, 1971
A Bagagem do Viajante, 1973
As Opiniões que o DL Teve, 1974
Os Apontamentos, 1976
Viagens a Portugal, 1981
Diários
Cadernos de Lanzarote I, 1994
Cadernos de Lanzarote II, 1995
Cadernos de Lanzarote III, 1996
Cadernos de Lanzarote IV
Cadernos de Lanzarote V
Teatro
A Noite, 1979
Que Farei Com Este Livro?, 1980
A Segunda Vida de Francisco de Assis, 1987
In Nomine Dei, 1993
Don Giovanni ou O Dissoluto Absolvido, 2005
Conto
Objeto Quase, 1978
Poética dos Cinco Sentidos - O Ouvido, 1979
O Conto da Ilha Desconhecida, 1997
Romance
Terra do Pecado, 1947
Manual de Pintura e Caligrafia, 1977
Levantado do Chão, 1980
Memorial do Convento, 1982
O Ano da Morte de Ricardo Reis, 1984
A Jangada de Pedra, 1986
História do Cerco de Lisboa, 1989
O Evangelho Segundo Jesus Cristo, 1991
Ensaio sobre a Cegueira, 1995
A Bagagem do Viajante, 1996
Todos os Nomes, 1997
A Caverna, 2000
O Homem Duplicado, 2002
Ensaio Sobre a Lucidez, 2004
As Intermitências da Morte, 2005
As Pequenas Memórias, 2006
A Viagem do Elefante, 2008
Caim, 2009
Prêmios
Portugal
Prêmio da Associação de Críticos Portugueses por A Noite, 1979
Prêmio Cidade de Lisboa por Levantado do Chão, 1980
Prêmio PEN Clube Português por Memorial do Convento, 1982 e O Ano da Morte de Ricardo Reis, 1984
Prêmio Literário Município de Lisboa por Memorial do Convento, 1982
Prêmio da Crítica (Associação Portuguesa de Críticos) por O Ano da Morte de Ricardo Reis
Prêmio Dom Dinis por O Ano da Morte de Ricardo Reis, 1986
Grande Prêmio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores O Evangelho Segundo Jesus Cristo, 1992
Prêmio Consagração SPA (Sociedade Portuguesa de Autores), 1995
Prêmio Camões, 1995
Itália
Prêmio Grinzane-Cavour por O Ano da Morte de Ricardo Reis, 1987
Prêmio Internacional Ennio Flaiano por Levantado do Chão, 1992
Inglaterra
Prêmio do jornal The Independent por O Ano da Morte de Ricardo Reis, 1993
Internacionais
Prêmio Internacional Literário Mondello (Palermo), pelo conjunto da obra, 1992
Prêmio Literário Brancatti (Zafferana/Sicília), pelo conjunto da obra, 1992
Prêmio Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores (APE), 1993
Prêmio Consagração SPA (Sociedade Portuguesa de Autores), 1995
Prêmio Nobel da Literatura, 1998
Responsabilidade
Por Fundação José Saramago
"As misérias do mundo estão aí, e só há dois modos de reagir diante delas: ou entender que não se tem a culpa e, portanto, encolher os ombros e dizer que não está nas suas mãos remediá-lo — e isto é certo —, ou, melhor, assumir que, ainda quando não está nas nossas mãos resolvê-lo, devemos comportar-nos como se assim fosse."
La Jornada, México, 3 de Dezembro de 1998
16.6.10
11.6.10
Porque eu adoro lembrar aquele dia...
"Da segunda hora em diante o amor dura o quanto você tem de saudade da primeira hora."
Tati Bernardi
Tati Bernardi
9.6.10
2.6.10
Conjugando o futuro
Estou há horas tentando colocar no papel esse burburinho que tô sentindo aqui. Há horas vasculhando o dicionário pra achar a palavra. Há dias catalogando você pra enumerar tim tim por tim tim tudo que eu adoro. E não sei onde foi mesmo que parei, por onde comecei essa história toda que me eleva, que me salta, que me joga pra vida! Há dias eu conto essa história e eu mesma custo a acreditar que é tudo verdade. E é tão melhor agora. Há dias olho pra você buscando o seu segredo. E descubro que não tem segredo. E é esse o seu segredo. E os dias passo contando alegrias. E as horas somando tudo quando estamos juntos. E a vida fazendo seu trajeto. E eu nunca mais estive sozinha. Há anos venho juntando palavras. Conjugando verbos. Montando as frases, sozinha. Escrevendo textos cheios de lacunas. E nunca ninguém me leu assim com essa exatidão. E nem tão rápido. E acho que nem minhas entrelinhas diziam tanto.
O nosso segredo? Freqüentamos a mesma escola! E agora as palavras, minhas e suas, se atraem. E conjugamos nossos verbos com facilidade. E a vida vai seguindo assim, como num texto ideal, com passado, presente e futuro muito mais que perfeito.
26.5.10
20.5.10
17.5.10
Fazendo Direito pra sempre...
"Na Faculdade, aprendi a amar o Direito. Passei a amar o Direito, como quem ama a liberdade e a justiça. Desde o momento em que iniciei meu curso de Direito, e durante toda a vida, até agora, a Faculdade tem sido o prolongamento de minha casa. Meu tempo de aluno passou como a manhã de sol de um só dia. Mas meu tempo de estudante dura até hoje."
Goffredo Telles Jr.
Goffredo Telles Jr.
14.5.10
13.5.10
Amor Bis
Porque hoje acordei sentimental, e quando isso acontece não quero esconder nada, mesmo que eu não esconda nada nunca. E também não quero ter medo de dizer e ter as minhas próprias palavras usadas contra mim. Não quero jogar. Odeio joguinhos de amor. Sem jogatina, pelo amor de Deus! E apesar de querer dizer isso, tenho a tranqüilidade de não me preocupar com esses joguinhos insensatos porque sei, lá no fundo, que ele também sabe. Que não é hora disso. Porque já passamos dessa fase. Porque adoro o jeito como ele me faz viver. Porque me dá leveza e ao mesmo tempo uma intensidade que já era minha e ninguém achava. Nunca é mais ou menos. Porque o seu menos é mais que qualquer coisa. É completo e sempre, graças a Deus, verdadeiro. Ele é quente, mas não só por fora. Porque é companhia que não me deixa só. Não quero acordar deste sonho, que me leva pro céu, e trás de volta pra terra; que dá água pra minha sede; que me tira o ar, mas faz a minha respiração bem melhor.
Quando acordei a vida estava diferente. Porque esse encontro não é de hoje, definitivamente.
11.5.10
30.4.10
ao telefone...
Eu vou marcar a sua vida de algum jeito!
Ou, você é que vai?
E assim a gente vai marcando um ao outro, aos poucos, todos os dias e sempre...rs...
Ou, você é que vai?
E assim a gente vai marcando um ao outro, aos poucos, todos os dias e sempre...rs...
27.4.10
Esquenta e esfria
Adoro quando mexe no meu cabelo. Aperta forte a minha cintura. Esquenta minha noite. Esfria a minha cabeça. Me leva pra dentro de você com essa quentura!
23.4.10
22.4.10
O azul de verdade é de carne e osso
Depois de tanto sonhar com uma vida azul ela descobriu que não precisa ser azul, mas homem de carne e osso e profundidade e sentimentos e paixão e abraços e beijos e cheiro
e saudade...
que dói, de tão bom...
que quer e faz querer...
que pede pra ficar mas fica junto...
que não simplesmente existe, mas persiste...
e faz dos dias dela mais azuis do que o azul mais bonito que ela sonhou um dia.
e saudade...
que dói, de tão bom...
que quer e faz querer...
que pede pra ficar mas fica junto...
que não simplesmente existe, mas persiste...
e faz dos dias dela mais azuis do que o azul mais bonito que ela sonhou um dia.
Frase do dia
Atendendo a pedidos...
"O amor é o calor que aquece a alma"
Depois das borboletas na barriga, vem o quentinho do amor!
Não é?!
"O amor é o calor que aquece a alma"
Depois das borboletas na barriga, vem o quentinho do amor!
Não é?!
20.4.10
curiosidades...
As mulheres usam, em média, de 6 a 8 mil palavras por dia, contra 2 a 4 mil palavras do homem. Fora os 8 a 10 mil gestos das mulheres contra 2 a 3 mil dos homens.
recado de um anjo
“Era uma vez um anjinho muito distraído chamado Amorel. Ele recebeu uma incumbência de Deus:
___ “Amorel, acabo de inventar os humanos! Eles estão classificados como homem e mulher. Cada um tem seu par e já estão todos alinhados de par em par. Pegue esta bandeja de humanos e leve para que eles habitem a Terra.”
Amorel ficou contente, pois há muito tempo o Senhor não o chamava para tão nobre trabalho. O anjinho pegou a bandeja e ao virar uma esquina lá no céu, trombou com uma anjinha chamada Amanda. A bandeja voou longe, e todos os casais de humanos se misturaram.
Amorel e Amanda ficaram desesperados e foram contar para Deus o ocorrido.
O Senhor falou:
___ “Vocês derrubaram, vocês juntarão!”
Porém, parece que Deus se esqueceu que os anjinhos eram distraídos. E é por isso que a cada dia os casais se juntam e se separam. Os dois anjinhos trabalham incessantemente para que os casais originais se encontrem. O trabalho é muito difícil, tanto é que por muitas vezes eles juntam casais errados, pois os humanos espalhados ficam inquietos e cobram o serviço dos anjinhos o tempo todo. Quando os humanos se mostram muito desesperados, os anjinhos unem dois desesperados, mas logo depois percebem o engano e os separaram. E, por muitas vezes, está separação é brusca, pois não se tem tempo a perder.
Recebi um bilhete dos dois anjinhos e vou mandar pra você agora:
___ "Se você é um humano, queremos pedir desculpas pela nossa distração, pois errar não é só humano! Estamos trabalhando com empenho, porém, sempre contando com a ajuda de vocês. Não se desesperem, mas também não se isolem. Tentem mostrar realmente quem é cada um de vocês, pois à medida que cada um mostrar o que é de verdade vai tornar o nosso trabalho mais fácil. Aproveitamos a oportunidade para nos desculpar pelas separações abruptas. Sabemos que elas geram muito transtorno, mas se nós o separamos de alguém é por que em algum canto vimos alguém bem mais parecido e por isso precisamos isolá-los para facilitar o encontro.
Fiquem com Deus."
Autor desconhecido
Eu acredito em anjos. E na força que tem dois corações parecidos.
16.4.10
Agora sim, filha

Pai, eu sei que você estaria sorrindo à toa se estivesse aqui. Você sempre soube o que era melhor pra mim, né! Só você podia me ler desse jeito, encontrando exatamente o que me faltava e também o que eu tinha pra extrapolar. Se eu te encontrasse agora eu certamente sairia correndo pra te abraçar, e pularia no seu colo num ímpeto animado pra te contar tudo, nos mííiiiiiiiiinimos detalhes, tanto, tanto detalhe, até que você não agüentasse mais e dissesse assim: “e aí, ta feliz? Agora sim!”.
Você sempre soube o que era melhor pra mim. E no fundo no fundo eu sempre soube que você estava certo. Porque eu sou transparente sim, mas só enxerga quem quer enxergar. Esse brilho te deixaria tão feliz a ponto de apagar tudo que passou e ainda não passou. Queria só mais um minuto pra ouvir da sua boca que “esse sim, agora sim, filha”. Porque você sempre soube. Porque você sempre acertou. Em tudo. To aprendendo com esse novo brilho a te sentir em todas as coisas boas. Mato a saudade nos sonhos que tenho contigo, te vejo nos seus netos, “te sinto no abraço da minha mãe” e te reconheço em cada palavra, gesto e amor que você me deu.
14.4.10
um pouquinho de diversão...
13.4.10
12.4.10
Comfort
É incrível como alguém tão conhecido possa carregar tantos mistérios. E é mais incrível ainda o fato de sentirmos essa intimidade toda. A noite foi linda e “comfort"ável. Despertei ao som de passarinhos. Se eu contar ninguém acredita, eu sei. E foi um dia azul. Com cheiro bom e o abraço mais gostoso do mundo. Depois de cair nos seus braços vi a vida dizendo que faz sentido. Aquela água límpida e gelada lavou profundamente a minha alma. E abriu meus poros para tudo que é novo. O sol cumpriu a sua missão de dar cor ao que estava apagado e sem graça. O vento tratou de levar qualquer tristeza embora. E o dia infelizmente acabou, mas você ficou aqui grudado em mim.
9.4.10
Procura-se
Procuro alguém que me olhe querendo ver.
Alguém que tenha sensibilidade pra demonstrar grandeza de espírito.
Procuro alguém que tenha olhos sem fingimento. E que me vejam fundo.
Alguém para conversar qualquer coisa.
Procuro alguém que passe a mão nas minhas costas, e que me esquente.
Alguém que caminhe comigo pelas ruas segurando a minha mão. E que me proteja.
Procuro alguém com quem eu possa deitar e dormir em paz.
Alguém que se preciso for converse até raiar o dia. E fale verdades.
Procuro alguém que goste de fazer carinho. Porque carinho gera carinho.
Alguém que ache graça de coisas simples e não precise de muito para ser essencialmente feliz.
Procuro alguém que sinta a minha intensidade e não tenha medo.
Alguém que se entregue de verdade e com vontade de mim.
Procuro alguém que aprenda a ler os meus desejos e viaje neles sempre que quiser.
Alguém com quem eu possa beijar e esquecer do mundo lá fora.
Procuro alguém que goste de abraçar e tirar os meus pés do chão.
Alguém que guarde nossos momentos como um tesouro sempre ao nosso alcance.
Procuro alguém que entenda de dor. De amor. E de saudade.
Alguém que tenha vida própria. A dele. A minha. E a nossa.
Procuro alguém que tenha Deus. E muita fé.
Alguém que me faça voltar a acreditar na raça humana.
Procuro alguém que tenha vivo dentro si uma criança serelepe para que os dias chatos e monótonos não sejam tão chatos e tão monótonos.
Alguém que goste de viajar.
Procuro alguém para levar flores e chocolates e encher de carinho.
Alguém pra me doar.
Procuro alguém que goste de filmes, edredom, frio e chocolate.
Alguém pra confiar.
Procuro alguém que traga de volta a sensação de amor recíproco.
Alguém que me acompanhe pela vida. Nos meus planos. Nas minhas dúvidas.
Procuro alguém que chore junto quando o mundo parecer um desastre.
Alguém que tenha firmeza pra me levantar se o desastre realmente acontecer.
Procuro alguém que seja seguro mas que precise de mim também.
Alguém que coma batata frita em restaurante chique.
Procuro alguém que leia meus textos.
Alguém que tenha profundidade para se escrever sobre.
Procuro alguém que me questione, instigue, aperte, ame, e queira muito.
Alguém pra eu questionar, instigar, apertar, amar e querer muito.
Procuro alguém que leia, interprete e sensibilize.
Alguém que saiba que há amor.
Procuro alguém que enxergue os meus defeitos e que os entendam suportáveis.
Alguém que me traga de volta todos os cheiros.
Procuro alguém que me traga flores, mas mais que isso, que me traga de volta pro mundo.
Procuro alguém que abra as portas de mim e entre pra ficar.
Alguém que tenha sensibilidade pra demonstrar grandeza de espírito.
Procuro alguém que tenha olhos sem fingimento. E que me vejam fundo.
Alguém para conversar qualquer coisa.
Procuro alguém que passe a mão nas minhas costas, e que me esquente.
Alguém que caminhe comigo pelas ruas segurando a minha mão. E que me proteja.
Procuro alguém com quem eu possa deitar e dormir em paz.
Alguém que se preciso for converse até raiar o dia. E fale verdades.
Procuro alguém que goste de fazer carinho. Porque carinho gera carinho.
Alguém que ache graça de coisas simples e não precise de muito para ser essencialmente feliz.
Procuro alguém que sinta a minha intensidade e não tenha medo.
Alguém que se entregue de verdade e com vontade de mim.
Procuro alguém que aprenda a ler os meus desejos e viaje neles sempre que quiser.
Alguém com quem eu possa beijar e esquecer do mundo lá fora.
Procuro alguém que goste de abraçar e tirar os meus pés do chão.
Alguém que guarde nossos momentos como um tesouro sempre ao nosso alcance.
Procuro alguém que entenda de dor. De amor. E de saudade.
Alguém que tenha vida própria. A dele. A minha. E a nossa.
Procuro alguém que tenha Deus. E muita fé.
Alguém que me faça voltar a acreditar na raça humana.
Procuro alguém que tenha vivo dentro si uma criança serelepe para que os dias chatos e monótonos não sejam tão chatos e tão monótonos.
Alguém que goste de viajar.
Procuro alguém para levar flores e chocolates e encher de carinho.
Alguém pra me doar.
Procuro alguém que goste de filmes, edredom, frio e chocolate.
Alguém pra confiar.
Procuro alguém que traga de volta a sensação de amor recíproco.
Alguém que me acompanhe pela vida. Nos meus planos. Nas minhas dúvidas.
Procuro alguém que chore junto quando o mundo parecer um desastre.
Alguém que tenha firmeza pra me levantar se o desastre realmente acontecer.
Procuro alguém que seja seguro mas que precise de mim também.
Alguém que coma batata frita em restaurante chique.
Procuro alguém que leia meus textos.
Alguém que tenha profundidade para se escrever sobre.
Procuro alguém que me questione, instigue, aperte, ame, e queira muito.
Alguém pra eu questionar, instigar, apertar, amar e querer muito.
Procuro alguém que leia, interprete e sensibilize.
Alguém que saiba que há amor.
Procuro alguém que enxergue os meus defeitos e que os entendam suportáveis.
Alguém que me traga de volta todos os cheiros.
Procuro alguém que me traga flores, mas mais que isso, que me traga de volta pro mundo.
Procuro alguém que abra as portas de mim e entre pra ficar.
7.4.10
Atenção e um pouco de água
E ele apareceu assim. No meio de um turbilhão de sensações. Remoendo a saudade do pai convivendo bem de perto com o tio. E naquela cidade que tem tanta memória da vida dela. E mais ainda da dele. E naquele dia comum, mas totalmente diferente, ela quase não saiu de casa. Mas por algum motivo, acabou saindo. E foi curtir um pouco a vida que de uns tempos pra cá ficou tão diferente. Passou a noite distraída tentando entender o que se passava lá fora. E foi assim que ele apareceu. Com um sorriso. Num dia onde nada aconteceu certo, ele aconteceu. Numa noite cheia de barulho e pessoas pulando sem parar, ele parou na dela. Numa embriaguês profunda de alma só pediu um pouco de atenção. E ela um pouco de água. Porque naquele dia estava tudo diferente. Inclusive ela. E ele. E de um olhar certeiro. Uma insistência engraçada. A música acabando. A estrada pela frente. Um toque na nuca. E palavras que bateram bem fundo dentro dela. Sim. Ele apareceu assim e foi o certo.
6.4.10
31.3.10
ha ha ha ha......
"...Se você gostou de beijar a minha boca
Se lhe agradou minha voz cansada e rouca
Se quiser de novo os carinhos que eu lhe fiz
Amor, telefone e peça bis..."
Roberto Carlos
às vezes eu não bato muito bem mesmo!
Se lhe agradou minha voz cansada e rouca
Se quiser de novo os carinhos que eu lhe fiz
Amor, telefone e peça bis..."
Roberto Carlos
às vezes eu não bato muito bem mesmo!
29.3.10
De novo
Ela acorda e pensa se tudo aquilo é verdade. Ou se caiu da cama no meio de um pesadelo. Era óbvio que o sábado seria diferente dos que tem vivido nos últimos cinco anos, mas isso não significaria que seria ruim.
Também era certo que a saudade se espalharia pelos cantos da casa, porém isso não era novidade, já que viveu pelo menos o último ano cheia de saudade.
E levanta da cama sentindo a cabeça pesada e o coração leve. Diagnóstico invertido. Café da manhã sem graça e sem café preto. Ela faz uma constatação grave: a vida ficou mais fácil, apesar dos dias estarem sendo muito mais difíceis. Mas isso é só pra quem entende de profundidade. E de sonhos. E de expectativas. E de alegria. E de dificuldades. A vida mudou de cor e de sabor de novo.
Ela toma um banho demorado e se apronta pra iniciar o ritual do recomeço. Desta vez, melhor. E quem sabe, por que não? diferente.
Também era certo que a saudade se espalharia pelos cantos da casa, porém isso não era novidade, já que viveu pelo menos o último ano cheia de saudade.
E levanta da cama sentindo a cabeça pesada e o coração leve. Diagnóstico invertido. Café da manhã sem graça e sem café preto. Ela faz uma constatação grave: a vida ficou mais fácil, apesar dos dias estarem sendo muito mais difíceis. Mas isso é só pra quem entende de profundidade. E de sonhos. E de expectativas. E de alegria. E de dificuldades. A vida mudou de cor e de sabor de novo.
Ela toma um banho demorado e se apronta pra iniciar o ritual do recomeço. Desta vez, melhor. E quem sabe, por que não? diferente.
26.3.10
Nota Pública
"Cada atentado, que se tolera à desordem, é um novo alimento, que se lhe ministra."
Rui Barbosa
Nota pública - Caso Isabella
"As manifestações públicas de hostilidade ao pleno e livre exercício profissional da advocacia expressam equívoco a respeito do papel do advogado. O advogado não pode ser confundido com seu cliente. Não é cúmplice de seus eventuais delitos, nem está ali para acobertá-los. Seu papel é propiciar ao acusado plena defesa, circunstanciando-a com objetividade, dentro dos estritos limites da lei. Somente essa defesa, prerrogativa de qualquer cidadão, permite que se conheçam em detalhes todos os aspectos que envolvem a prática de um ilícito. Sobretudo, impede que a justiça se confunda com a vingança. São esses fundamentos pilares do Estado democrático de Direito, conquista da civilização humana, que não pode se submeter a impulsos emocionais a se tornarem incompatíveis com os mais elementares princípios do humanismo e da liberdade individual. Todo cidadão tem direito a defesa, sem a qual não se cumpre o devido processo legal - e, por extensão, não há Justiça. Em vista disso, o Conselho Federal da OAB e a Seccional Paulista da OAB condenam os recentes acontecimentos ocorridos em São Paulo contra o advogado em seu exercício profissional, e pede ao público confiança na Justiça."
Márcia Regina Marchado Melaré - presidente em exercício do Conselho Federal da OAB - e
Luiz Flávio Borges D'Urso - presidente da OAB/SP
_____________
Direito de defesa
O presidente da OAB/RJ, Wadih Damous, manifestou-se ontem contra as agressões sofridas pelo advogado Roberto Podval. "O direito de defesa é um princípio civilizatório comumente desrespeitado pelas tiranias. Hoje, com o caso Isabella Nardoni, presenciamos a substituição da tirania estatal pela tirania da opinião pública e da mídia. Poucas vezes se viu em nosso país tamanho desrespeito às prerrogativas da defesa, com agressões morais e físicas na porta do Fórum ao advogado encarregado da defesa do casal Nardoni".
Rui Barbosa
Nota pública - Caso Isabella
"As manifestações públicas de hostilidade ao pleno e livre exercício profissional da advocacia expressam equívoco a respeito do papel do advogado. O advogado não pode ser confundido com seu cliente. Não é cúmplice de seus eventuais delitos, nem está ali para acobertá-los. Seu papel é propiciar ao acusado plena defesa, circunstanciando-a com objetividade, dentro dos estritos limites da lei. Somente essa defesa, prerrogativa de qualquer cidadão, permite que se conheçam em detalhes todos os aspectos que envolvem a prática de um ilícito. Sobretudo, impede que a justiça se confunda com a vingança. São esses fundamentos pilares do Estado democrático de Direito, conquista da civilização humana, que não pode se submeter a impulsos emocionais a se tornarem incompatíveis com os mais elementares princípios do humanismo e da liberdade individual. Todo cidadão tem direito a defesa, sem a qual não se cumpre o devido processo legal - e, por extensão, não há Justiça. Em vista disso, o Conselho Federal da OAB e a Seccional Paulista da OAB condenam os recentes acontecimentos ocorridos em São Paulo contra o advogado em seu exercício profissional, e pede ao público confiança na Justiça."
Márcia Regina Marchado Melaré - presidente em exercício do Conselho Federal da OAB - e
Luiz Flávio Borges D'Urso - presidente da OAB/SP
_____________
Direito de defesa
O presidente da OAB/RJ, Wadih Damous, manifestou-se ontem contra as agressões sofridas pelo advogado Roberto Podval. "O direito de defesa é um princípio civilizatório comumente desrespeitado pelas tiranias. Hoje, com o caso Isabella Nardoni, presenciamos a substituição da tirania estatal pela tirania da opinião pública e da mídia. Poucas vezes se viu em nosso país tamanho desrespeito às prerrogativas da defesa, com agressões morais e físicas na porta do Fórum ao advogado encarregado da defesa do casal Nardoni".
22.3.10
Tentadora
Como diria minha avó: ele é um homem e tanto. Ok, ele insiste em duvidar. Mas é. Com seus olhos encantados, palavras de profundidade, mãos quentes e abraço gostoso, ele é um homem de verdade. Cheiroso! Não é feito de molequices e infantilidades. É feito de um papo gostoso. Sincero. Dono de uma tranqüilidade apaixonante! É a simplicidade mais tentadora que já vi. E é ela que explica tudo. E não explica nada ao mesmo tempo. Porque pra entender essa verdade, tem que mergulhar comigo aqui dentro. Fundo. E mais uma vez será inexplicável, mas inexplicavelmente bom! Eu garanto.
“Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.”
“Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.”
18.3.10
De nós dois
Mesmo depois de todo esse tempo eu continuo não sabendo explicar a minha incrível afinidade. De olhos que se reconhecem. De pensamentos que voam juntos. De mãos que querem se tocar. Não sei ainda em que momento aconteceu. Vivo dizendo que não sei o momento. Acho que já nasceu comigo. O fato é que gosto da sua companhia. E você da minha. A noite foi uma surpresa. Você disse que minhas pupilas são dilatadas e por isso meus olhos enxergam mais. Eu fico sem graça porque não sei explicar como, mas enxergo você por dentro porque os seus olhos me são uma porta de entrada sempre aberta. Você já tinha entrado nos meus sonhos e ultimamente estava mais comigo nas noites que meus próprios lençóis. E com isso todas as minhas manhãs foram suas. E os sonhos, de nós dois.
12.3.10
10.3.10
copia e cola num dia feito só de nuvens
"...Eu tenho medo da força absurda que eu sinto sem você, de como eu tenho muito mais certeza de mim sem você, de como eu posso ser até mais feliz sem você..."
Tati Bernardi
Tati Bernardi
Sem frescura
Ando achando tudo uma hipocrisia danada. Ando me preocupando demais com o bem estar dos outros, pensamento dos outros, sentimento dos outros, paixão e crítica dos outros. E o meu bem estar, pensamentos, sentimentos, críticas e paixão, neste momento estão perdidos em algum canto da casa. E olha que eu nem estou no meu inferno astral. E nem sofrendo de dor de cotovelo. Nada disso. Apenas encontro-me no centro de um furacão de sentimentos inominados. Tudo está bloqueado. Incerto. Indizível. E inimaginável. Não quero sentir. Porque não posso apalpar o que sinto. E não quero dizer, porque ouvir minha própria voz machuca. Queria ouvir outra voz, que me dissesse outras coisas. E me levasse a outra realidade, bem diferente. Queria entrar pela estrada e seguir sem rumo, e ir devagar olhando a paisagem. Todo o tempo disponível seria só meu. Eu decido o rumo que vou tomar. E as minhas decisões, que são só minhas, serão só minhas até o fim da estrada. Quero ir pra poder voltar limpa e livre desse turbilhão todo de insensatez. Se quiser falar comigo, daqui pra frente vai ter que usar todas as palavras. Nada de entrelinhas, coisas por dizer. Presunção de inocência, nem pensar. Chega. Se quiser falar comigo, daqui pra frente, use todas as palavras. Sem economia. Sem frescura. E sem pudor.
2.3.10
25.2.10
24.2.10
Azul e branco

Hoje pela manhã o céu estava dividido por uma linha horizontal. Azul e branco. E o azul tomou conta de mim. E me lembrou você. E o branco trouxe pra perto a paz que te diferencia do resto do mundo. Até o seu humor é azul. E o seu sorriso, branco. E as suas mãos tocaram as minhas aquele dia, e a minha noite foi então um sonho doce. Aquelas palavras ainda ecoam aqui dentro. E pulsam. E querem. E eu então entendo que você é aquilo que eu sempre achei que fosse. Você é a minha vontade de amar de novo. E de ser completa. Plena. Segura. Fiel. E azul.
22.2.10
Sem olhar pra trás
Quanto mais o tempo passa, mais tenho certeza. Não de que viverei perfeitamente bem sem você até porque você fará uma falta imensa no meu mundo, a dor irá se instalar por uns tempos, e tudo voltará a ser sem graça, mas sim a certeza de que logo mais tarde você irá embora. Será fácil pra você, eu sei. Do mesmo jeito que entrou, irá sair. Só não se esqueça de levar junto esse sorriso amarelo de quem tudo quis e nada deu. Nem tampouco as promessas todas que um dia me fez. Promessas que foram só promessas. Leve também os abraços que economizou e os beijos que evitou. Coloque na bagagem aquelas manhãs ensolaradas que não aproveitamos. E também as noites perfumadas à luz de velas em que você dormiu. Aquelas palavras duras que você gosta de dizer, guarde-as com você e não as profira pra mais ninguém, sob pena de acabar sozinho nesse mundão de meu Deus. Essa sua mania de deixar a gente sempre insegura ainda vai acabar te rendendo um belo par de chifres. Você perdeu a chance de viver o maior romance da sua vida. Você se perdeu de mim, tanto, que já não sei mais onde te encontrar por aqui nessas ruas infinitas e muito menos, principalmente, dentro de mim. Leve as suas amarguras pra bem longe. E quando sair bata a porta. E não olhe pra trás. Por favor, não olhe nunca mais pra trás.
18.2.10
Eu queria que fosse verdade
Eu queria que fosse verdade.
O sorriso de canto de boca quando ofereceu carona.
O olhar de quem busca aprovação, como quem esperou tanto pra criar coragem.
E oferecer carona. E me esperar lá em baixo na garagem. E abrir a porta do carro.
Dei um beijo no rosto e um abraço apertado. Sonhei tanto com esse dia! Todos os dias. Esperei como criança espera o bom velhinho. Foi meu melhor abraço. Ensaiado. Imaginado. Fantasiado. Eu te dei um beijo estalado e apertado, no rosto. E um abraço envolvente. E o cheiro. A sensação foi indescritível. O desejo, maior. E o tempo parou ali naquela hora. O seu olhar caiu no meu olhar. Ainda sinto seu cheiro. As minhas mãos, que ao passarem pela sua nuca, trouxeram esse perfume. Que é bom demais. Que se parece comigo. O beijo foi no rosto da sua alma. Desnuda. E simples, como eu sempre quis que fosse. O abraço foi pra dizer que estou apaixonada. Que não quero outra coisa. Que não quero outra pessoa. Que você é tudo que me basta. Eu queria que fosse verdade, tudo isso que eu sonhei esta noite.
Simplesmente azul, e queria que fosse tudo verdade.
9.2.10
Coletando
Coletando Clarice...
“Tudo acaba mas o que te escrevo continua.
O melhor está nas entrelinhas.”
“Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.”
“A palavra é o meu domínio sobre o mundo.”
“Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida.”
“É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.”
“Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.”
(Perto do Coração Selvagem)
(Perto do Coração Selvagem)
“Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar.”
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar.”
“Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato...
Ou toca, ou não toca.”
Ou toca, ou não toca.”
“Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil.”
“Olhe, tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras.
Sou irritável e firo facilmente.
Também sou muito calmo e perdôo logo.
Não esqueço nunca.
Mas há poucas coisas de que eu me lembre.”
Sou irritável e firo facilmente.
Também sou muito calmo e perdôo logo.
Não esqueço nunca.
Mas há poucas coisas de que eu me lembre.”
“Com todo perdão da palavra, eu sou um mistério para mim.”
“Terei toda a aparência de quem falhou, e só eu saberei se foi a falha necessária.”
(A paixão segundo G.H)
(A paixão segundo G.H)
“Sinto a falta dele como se me faltasse um dente na frente: excruciante.”
“O que verdadeiramente somos é aquilo que o impossível cria em nós.”
“Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas... continuarei a escrever.”
“Sou um coração batendo no mundo.”
“Fique de vez em quando só, senão será submergido. Até o amor excessivo pode submergir uma pessoa.”
"Sou uma filha da natureza:
quero pegar, sentir, tocar, ser.
E tudo isso já faz parte de um todo,
de um mistério.
Sou uma só... Sou um ser.
E deixo que você seja. Isso lhe assusta?
Creio que sim. Mas vale a pena.
Mesmo que doa. Dói só no começo."
quero pegar, sentir, tocar, ser.
E tudo isso já faz parte de um todo,
de um mistério.
Sou uma só... Sou um ser.
E deixo que você seja. Isso lhe assusta?
Creio que sim. Mas vale a pena.
Mesmo que doa. Dói só no começo."
“O amor é tão mais fatal do que eu havia pensado, o amor é tão mais inerente quanto a própria carência, e nós somos garantidos por uma necessidade que se renovará continuamente. O amor já está, está sempre. Falta apenas o golpe da graça - que se chama paixão.”
8.2.10
Tenho a chave... só resta querer abrir...
Minha Vida
Tem lugares que me lembram
Minha vida, por onde andei
As histórias, os caminhos
O destino que eu mudei...
Cenas do meu filme
Em branco e preto
Que o vento levou
E o tempo traz
Entre todos os amores
E amigos
De você me lembro mais...
Tem pessoas que a gente
Não esquece, nem se esquecer
O primeiro namorado
Uma estrela da TV
Personagens do meu livro
De memórias
Que um dia rasguei
Do meu cartaz
Entre todas as novelas
E romances
De você me lembro mais...
Desenhos que a vida vai fazendo
Desbotam alguns, uns ficam iguais
Entre corações que tenho tatuados
De você me lembro mais
De você, não esqueço jamais...
Rita Lee
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