28.9.10

Cidadania

"Todo o cidadão votante é implicitamente cidadão jurado; porque votante e jurado não querem dizer mais do que cidadão ativo, cidadão no exercício da soberania. A competência, a faculdade, é uma e a mesma; difere a função unicamente."

José de Alencar

27.9.10

Quando as borboletas ficam



Acho que tudo que já escrevi, de uma certa forma, serve pra você e serve pra mim.
Sinto que todas as palavras doces que um dia saíram de minha boca, ficaram pairando no ar até o dia que te encontrei.
As batidas mil que o meu coração dá, deu, dava, eram todas apenas uma prévia do que estava por vir.
O frio que dava quando as borboletas apareciam, nem se compara com a quentura que dá quando as borboletas finalmente ficam.
Quero todos os cheiros do mundo pra te dar.
Sinto toda a imensidão de ”namoramar”, depois de amar e amar mais um bocado.
Penso mais e melhor a cada dia, porque sou sua inteligência e você a minha.
Daquele medo incerto e incurável, resta apenas uma cicatriz.
Do tempo não perco um minuto, que cada segundo é precioso demais, e puro demais, e divertido demais.
Do meu melhor saiu você. Que é o melhor da vida. Que é o meu-seu melhor. O meu melhor ponto de inspiração. O meu melhor bem-querer. O meu melhor tradutor de alegria. O meu bem mais precioso.
O seu melhor é o meu mais perfeito ponto de referência. É vida. Que é boa, a melhor que eu já tive.

23.9.10

Meu orkut tá mandando eu praticar exercícios hoje e eu só quero suco de laranja, cama e edredom!

22.9.10

16.9.10

Ao pé do ouvido




Deus e Eu no Sertão

"Nunca vi ninguém viver tão feliz
Como eu no sertão
Perto de uma mata e de um ribeirão
Deus e eu no sertão

Casa simplesinha, rede pra dormir
De noite um show no céu
Deito pra assistir
Deus e eu no sertão
Das horas não sei, mas vejo o clarão
Lá vou eu cuidar do chão
Trabalho cantando, a terra é a inspiração
Deus e eu no sertão

Não há solidão, tem festa lá na vila
Depois da missa vou, ver minha menina

De volta pra casa
Queima a lenha no fogão

E junto ao som da mata
Vou eu e um violão
Deus e eu no sertão"

Victor e Léo

15.9.10

Tem dia que uma boa noite de sono basta e tem dia que a falta de sono basta pra noite ser dia!

14.9.10

Homem-homem


Sinto uma força tamanha que vem dele. Homem que é fortaleza e sensibilidade na mesma estação. Homem que é homem quando preciso de homem. Homem que é amigo quando me olha nos olhos e diz o que ninguém pode dizer. Homem-criança que faz a vida ser mais leve. Homem-adrenalina, de quente, de frio, pros altos e baixos nas curvas da vida. Homem que deixa saudade é homem pro resto da vida. Homem que orgulha as minhas palavras e delas faz uso e abuso. Homem que me inspira. Homem que me preza. E se preza! Experimento todo dia a certeza mais gostosa da vida. Essa. Do homem-homem, homem-amigo, homem-criança, homem-adrenalina, homem- saudade, homem-vida, homem-orgulho, homem-inspiração, zeloso e gostoso!

13.9.10

De onde venho

No metrô, ninguém é igual a ninguém. Olho pro lado e uma menina lê, atenciosamente, o seu livro. Tento, curiosa, descobrir qual livro é, tamanho é o interesse dela. Mas não consigo. Ela não deixa. Ela não quer. Ela deve ser dessas que tem ciúme dos livros. Das suas páginas. E anotações. Mas minha capacidade de concentração, hoje, se esvai rapidamente e então, desisto fácil.
Do outro lado um homem cuidadoso carrega afetuosamente a criança impaciente que tem nos braços. Deve ser o pai, afinal de contas, quem, ali, naquela imensidão de gente, deixaria uma criança indefesa ser carregada por um estranho?
E daí me pego pensando no sentido daquela multidão. Todas aquelas pessoas reunidas em suas pressas e compromissos perdidos e remarcados, e telefones tocando, e querendo sempre fazer mais, ter mais, correr mais. Tenho a impressão que ninguém sai do lugar.
E de repente meu coração aperta no peito. Me sinto uma estranha nesse ninho de cidade grande. E estou sozinha. Quero silêncio. Meu Deus, quero silêncio!!! Lá de onde eu venho as pessoas se olham nos olhos. E permitem uma troca, que aqui, nessa multidão, é impossível de se imaginar. De onde venho, esse contato repleto de superficialidade seria inaceitável.
Olho pro lado de novo, e só vejo incertezas. Fecho os olhos, não quero ver mais nada. E a mocinha do metro avisa qual estação se aproxima e me obriga a abrir os olhos, que neste momento já estão muito pesados. Abro, e as pessoas se apressam para ficar próximas à porta. E me apertam. E empurram. E me fazem querer ainda mais o lugar de onde venho. De onde, na realidade, eu nunca saí. É lá que estou sempre. Eu nunca saí de lá.
Fecho os olhos novamente. A esta altura o vagão está menos cheio. E estou quase no meu ponto final. E a cada estação meu coração enche de um pouquinho de alegria. Em cada estação estou mais próxima de lá de onde venho. Porque cada estação que fica pra trás, mais estou perto de estar na sua frente. Que é onde tudo acontece. Dentro e fora de mim. Pra agora e pra sempre, assim, lá, o lugar de onde venho...

9.9.10

Conversando com você sem você saber

...
__ Ando muito sentimental e por isso vou dizer mais uma vez que te adoro!
__ Tá ouvindo? Ai, de longe, tá ouvindo?

...

Tenho certeza que está!