Enquanto arruma a mala para viajar ela percebe que não tem mais espaço para essa saudade. O dia seria incrível. Um sonho. Ela sabia que mais cedo ou mais tarde viria. “Mas se você soubesse como foi duro esse tempo sem você!”, pensa... “Não me torture mais assim” e ri sozinha no quarto, sentada na cama. “Porque eu te juro, de todas as coisas do mundo, eu só queria olhar pra você. Só isso!”, e então a mãe entra no quarto e diz: “calma, filhota!”, e ela ri um riso misturado com um tiquinho de vontade de chorar, e continua arrumando a mala.
Na janela aberta entra um ventinho gelado. Ela olha pro céu acinzentado e pensa “Que bom seria se o sol voltasse!”, e pensa positivo, porque se algo ela tem de forte é o pensamento. “Quero fazer alguma coisa. Botar uma música, esquecer do tempo.” E então ela lembra que a pele dele na dela arde. Que é isso! É ISSO!
E a vida continua... “Eu quero, de verdade, do fundo do meu coração, que chegue logo as nove da noite.”
A cada dois segundos ela olha janela afora, e enquanto isso se distrai com a unha feita e as novas cores do cabelo. Larga a mala falando sozinha e vai para a varandinha. O céu está cinza ainda. Olha pro carro e corre pra apressar tudo que o tempo urge.
Manda uma mensagem pelo celular. Não tem resposta (“...claro, celular não responde mensagem automaticamente”) E se sente sozinha... “mas em algum lugar do mundo eu sou a pessoa mais incrível do mundo. E olha que quem pensa isso é o melhor homem do mundo”, ela pensa, suspira, ri, e decide esperar o dia passar porque não tem outro jeito.
No carro, a estrada, o vento e a música deixam tudo mais simples. Ele alcançou seu destino. E chegou pra ela... “Eu senti meus pés tão fortes e meu rosto rosado, e gostei tanto de mim quando te vi. E gostei mais ainda de você. E lá no fundo eu entendi tudo. E quis dizer, mas não disse. É porque é do jeito que eu achei que era mesmo. Orgânico, dentro da gente.”, pensou tudo isso em um segundo. E ele sorriu discretamente.
Ela tem orgulho do homem que ele é. Abre a porta. Entra e fica. Pelo menos mais uns 250 anos e 3 zilhões de segundos. A eternidade é pouco quando tudo que se tem faz o corpo levitar, satisfeito. “Continue, por favor, continue respirando ligado em mim”. E ela lembra de quando ele disse “Eu adoro respirar você”. Sim, porque ele vive dizendo coisas inteligentes e delicadas. E ela não quer esquecer nada. E lá no fundindo ela pensa “se eu pudesse ser esculpida por você, o que você faria de mim?”
Ela não quer ir embora e no seu sonho mais maluco acaba escondida debaixo da cama até o próximo final de semana.
18.10.10
Ausência consentida, saudade premeditada.
1º.
O primeiro dia sem você foi estranho. Na prática não foi diferente daqueles em que te sabia lá e mesmo que longe, te sentia perto. Mas não tinha aquela certeza de que se a barra pesasse, por qualquer motivo, poderia sair correndo pra te abraçar. Foi estranho, então, porque mesmo que eu quisesse, não teria para onde correr.
2º.
No segundo dia sem você senti alívio por tudo estar bem. É que a sua felicidade era tão contagiante... E senti você perto, ainda que quase fora do território nacional.
3º.
O terceiro dia sem você foi ruim. Normalmente adoro as quintas-feiras, mas essa não. Não teria você no dia seguinte. E nem no seguinte... O terceiro dia sem você foi mais triste que o primeiro.
4º.
O quarto dia sem você não teve você. E não teve nada.
5º.
No quinto dia sem você acordei tarde pra "dor" passar mais rápido. Vi bastante televisão que era pra me distrair. Senti mais falta ainda do que pensei que ia sentir.
6º.
O sexto dia sem você foi a vontade de te ouvir de manhãnzinha, ganhar um abraço apertado e sentir o seu cheiro do seu café.
7º.
Sete dias sem você...
8º.
Oito...
9º.
O nono dia sem você ainda começa e termina sem você. Eu quero o meu amor de volta AGORA!
10º.
O décimo dia sem você é o início do fim do tempo sem você. Bom demais ouvir sua voz. Forte. Realizado. Animado. E voltando pra casa!
11º.
O décimo primeiro dia sem você já é o décimo primeiro dia de ausência consentida e saudade premeditada. O décimo primeiro dia sem um pedaço de mim pra voltar pra casa. O décimo primeiro dia sem você.
12º.
O décimo segundo dia tem você voltando pra mim. E tem o sorriso mais lindo! Cheio de histórias, de contos de verdade, de vida!!!
O primeiro dia sem você foi estranho. Na prática não foi diferente daqueles em que te sabia lá e mesmo que longe, te sentia perto. Mas não tinha aquela certeza de que se a barra pesasse, por qualquer motivo, poderia sair correndo pra te abraçar. Foi estranho, então, porque mesmo que eu quisesse, não teria para onde correr.
2º.
No segundo dia sem você senti alívio por tudo estar bem. É que a sua felicidade era tão contagiante... E senti você perto, ainda que quase fora do território nacional.
3º.
O terceiro dia sem você foi ruim. Normalmente adoro as quintas-feiras, mas essa não. Não teria você no dia seguinte. E nem no seguinte... O terceiro dia sem você foi mais triste que o primeiro.
4º.
O quarto dia sem você não teve você. E não teve nada.
5º.
No quinto dia sem você acordei tarde pra "dor" passar mais rápido. Vi bastante televisão que era pra me distrair. Senti mais falta ainda do que pensei que ia sentir.
6º.
O sexto dia sem você foi a vontade de te ouvir de manhãnzinha, ganhar um abraço apertado e sentir o seu cheiro do seu café.
7º.
Sete dias sem você...
8º.
Oito...
9º.
O nono dia sem você ainda começa e termina sem você. Eu quero o meu amor de volta AGORA!
10º.
O décimo dia sem você é o início do fim do tempo sem você. Bom demais ouvir sua voz. Forte. Realizado. Animado. E voltando pra casa!
11º.
O décimo primeiro dia sem você já é o décimo primeiro dia de ausência consentida e saudade premeditada. O décimo primeiro dia sem um pedaço de mim pra voltar pra casa. O décimo primeiro dia sem você.
12º.
O décimo segundo dia tem você voltando pra mim. E tem o sorriso mais lindo! Cheio de histórias, de contos de verdade, de vida!!!
14.10.10
A linguagem universal das carinhas
:) juntos vira sorriso.
;) juntos vira piscadela.
:D juntos vira sorrisão!
;) juntos vira piscadela.
:D juntos vira sorrisão!
13.10.10
8.10.10
Cadê o pause da vida?
Forest:___Alô?
Jenny:___Oi!!!
Forest:___ Dificir essa tar de bicicreta chamada vida, né não?
Jenny:___Dificir, viu!!!! Ainda mais quando se tem um coração bobo, bobo.
Forest:___Coração bobo, bobo.
Jenny:___É o meu coração, bobo bobo.
Forest:___o meu Tb. Kd o pause da vida?? kd?
Jenny:___Kdddd?
Forest:___Queria viver de brisa.
Jenny:___Não tem pause, não tem parada!! E a gente vai atropelando tudo.
Forest:___rs ... Conhece o poeminha da Anarina?
Jenny:___Não.
Forest:___Pera lá.
BRISA
“Vamos viver no Nordeste, Anarina.
Deixarei aqui meus amigos, meus livros, minhas riquezas, minha vergonha.
Deixarás aqui tua filha, tua avo, teu marido, teu amante.
Aqui faz muito calor.
No Nordeste faz calor também.
Mas lá tem brisa:
Vamos viver de brisa, Anarina”
Manuel Bandeira
Jenny:___ADOREI
Forest:___Fofo, né?
Jenny:___Melhorando a minha vida em muitas coisas.
Forest:___Eu não, o Manuel Bandeira, no caso.
Jenny:___É. Hj estou sensível, mais que o normal, acho.
Forest:___A vida atropela isso também e às vezes é bom, paliativo, no caso.
Jenny:___Remedinho!!!!!
Forest:___A vida é paliativa...rs
Jenny:___Tem que ser, se não a gente não suporta!
Forest:___Dá para filosofar...
Jenny:___Já estou...
Forest:___Algo assim.... o turbilhão de coisas que é chamado de vida... Acaba por acobertar as tristezas do turbilhão de coisas que se espera ser a vida
Jenny:___Profundo isso!
Forest:___A vida triste afasta a triste vida. Vida triste é o atropelo. Triste vida é a que precisava de pausa.
Jenny:___rs...uma pausa era uma boa...às vezes.
Forest:___Pausa latu sensu
Jenny:___He He he
Forest:___Tem uma música do Dave assim. Xô achar, péra lá...
Jenny:___tá...
Forest:___...tá certo que é meio romântica... mas não seria melhor se fosse de outro jeito.
Jenny:___sim sim!!!!
Forest:___Tá em inglês. Vc consegue ver o youtube?
Jenny:___Consigo, mas não tem foninho de ouvido aqui.
Forest:___E dai? ...rs... são todos surdos, não?
Jenny:___ha ha ha ha ha ha
Forest:___Na pausa o mundo fica surdo, fica cego.
Jenny:___É verdade.
Forest:___Pausa é pausa.
Jenny:___E a filosofia, de primeira!!!
Jenny:___Oi!!!
Forest:___ Dificir essa tar de bicicreta chamada vida, né não?
Jenny:___Dificir, viu!!!! Ainda mais quando se tem um coração bobo, bobo.
Forest:___Coração bobo, bobo.
Jenny:___É o meu coração, bobo bobo.
Forest:___o meu Tb. Kd o pause da vida?? kd?
Jenny:___Kdddd?
Forest:___Queria viver de brisa.
Jenny:___Não tem pause, não tem parada!! E a gente vai atropelando tudo.
Forest:___rs ... Conhece o poeminha da Anarina?
Jenny:___Não.
Forest:___Pera lá.
BRISA
“Vamos viver no Nordeste, Anarina.
Deixarei aqui meus amigos, meus livros, minhas riquezas, minha vergonha.
Deixarás aqui tua filha, tua avo, teu marido, teu amante.
Aqui faz muito calor.
No Nordeste faz calor também.
Mas lá tem brisa:
Vamos viver de brisa, Anarina”
Manuel Bandeira
Jenny:___ADOREI
Forest:___Fofo, né?
Jenny:___Melhorando a minha vida em muitas coisas.
Forest:___Eu não, o Manuel Bandeira, no caso.
Jenny:___É. Hj estou sensível, mais que o normal, acho.
Forest:___A vida atropela isso também e às vezes é bom, paliativo, no caso.
Jenny:___Remedinho!!!!!
Forest:___A vida é paliativa...rs
Jenny:___Tem que ser, se não a gente não suporta!
Forest:___Dá para filosofar...
Jenny:___Já estou...
Forest:___Algo assim.... o turbilhão de coisas que é chamado de vida... Acaba por acobertar as tristezas do turbilhão de coisas que se espera ser a vida
Jenny:___Profundo isso!
Forest:___A vida triste afasta a triste vida. Vida triste é o atropelo. Triste vida é a que precisava de pausa.
Jenny:___rs...uma pausa era uma boa...às vezes.
Forest:___Pausa latu sensu
Jenny:___He He he
Forest:___Tem uma música do Dave assim. Xô achar, péra lá...
Jenny:___tá...
Forest:___...tá certo que é meio romântica... mas não seria melhor se fosse de outro jeito.
Jenny:___sim sim!!!!
Forest:___Tá em inglês. Vc consegue ver o youtube?
Jenny:___Consigo, mas não tem foninho de ouvido aqui.
Forest:___E dai? ...rs... são todos surdos, não?
Jenny:___ha ha ha ha ha ha
Forest:___Na pausa o mundo fica surdo, fica cego.
Jenny:___É verdade.
Forest:___Pausa é pausa.
Jenny:___E a filosofia, de primeira!!!
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