
Eu queria te dizer que nos seus braços a falta de ar sumiu. Eu tive vontade de bater em você quando te vi, mas meu ímpeto foi freado pelo meu coração melado e biruta. Você beijou meu ombro enquanto eu te abraçava... Eu te abraçava e pensava: “Você é o meu homem!” Com esse cheiro que é meu. Com essa mão apertando firme as minhas costas. Com essa boca quente no meu ombro, por cinco segundos. Meu Deus! Ele é o meu homem. Não pude partir te vendo ali, com o olhar tão perdido como o meu. Não pude ir. Não pude ao lembrar daqueles momentos tão meus, tão bem guardados a sete mil chaves aqui dentro. Simplesmente... (eu gosto muito desta palavra)... não posso ir. Não antes de te dar ainda mais do meu amor doce e exigente. Não antes de ouvir as palavras que você há de saber pronunciar. Não posso ir, não antes do fim.
Nenhum comentário:
Postar um comentário